AgroBIT - Notícias

Sebrae Like a Farm: conheça os vencedore

Por Andrea Monclar / Publicado em: 13 Nov 2020

Os nomes foram conhecidos no último dia do Agrobit Brasil Evolution

Os nomes das Startups vencedoras do “Sebrae Like a Farm”, uma batalha de pitches realizada ao vivo em sala virtual, durante o AgroBIT Brasil Evolution, foram divulgados no último dia do evento. O primeiro lugar ficou com a @Tech e o segundo com a Dioxd.


As startups foram selecionadas para participarem da 3ª edição da Smart Farm Digital, uma vitrine e um campo experimental para o setor. Se inscreveram 50 startups do Brasil, Japão e Russia, entre elas 26 foram selecionadas e puderam interagir e apresentar seus projetos.

As soluções apresentadas por estas startups foram diversas, passando por telemetria, inteligência artificial, biotecnologia, controle biológico, telecomunicação, armazenamento, nutrição, nutrição vegetal, segurança, entre outras.




Agrobit Brasil 2020 destacou a pesquisa e inovação voltadas ao agro

Por Andrea Monclar / Publicado em: 13 Nov 2020

Interação dos participantes em edição 100% digital surpreende organização

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A 3ª edição do AgroBIT Brasil Evolution chegou ao fim, após dois dias (10 e 11 de novembro) intensos de palestras, networking, cases, exposições e informação, novidades, inovação e prospecções tecnológicas para o mundo Agro. O evento 100% virtual reuniu mais de dois mil participantes de todos os estados do Brasil, Distrito Federal e de oito países, conectados em cinco “arenas” simultâneas, por onde passaram 76 palestrantes e painelistas do Brasil e do exterior.


O AgroBIT Brasil Evolution foi aberto com as perspectivas de segurança alimentar pós-coronavírus e o impacto que a pandemia trouxe, relacionando o uso da tecnologia ao aumento da produtividade com qualidade do alimento. O tema foi abordado pelo empresário italiano e engenheiro-agrônomo, Piercristiano Brazzale,referência na área, presidente da Federação Internacional do Leite (FIL/IDF) e com assento consultivo na FAO (braço da ONU para erradicação da forme e combate à pobreza) e também na OMS (Organização Mundial da Saúde).

As informações trazidas para a cadeia do setor produtivo e comunidade científica pelo AgroBIt abarcaram uma gama de conteúdo como sustentabilidade, plataformas de fácil acesso ao pequeno produtor, novos negócios, lançamentos de produtos no Brasil. Mostrou ainda, as principais inovações que estão disponíveis em plantas daninhas, na área de entomologia, em fitopatologia, na área de sementes.

“O maior desafio, que era um evento 100% virtual deste porte, foi vencido. O conteúdo apresentou as últimas tendências da inovação e a organização foi muito feliz na escolha dos assuntos. Do AgroBIT o produtor pode enxergar o que está acontecendo e o que poderá acontecer no setor”, disse George Hiraiwa, diretor de Inovação da Sociedade Rural do Paraná e coordenador da Governança do Agro (Agrovalley), entidades entre as realizadoras do evento.

A possibilidade de se usar sensores no campo que caibam na palma da mão do produtor, a um custo mínimo, superando a dificuldade atual em equipamentos para a coleta de dados, será um grande diferencial tecnológico e foi apresentado por Raj Khosla, da Colorado State University.

Levantamentos como a integração de um conjunto de informações chamado Fenomix, permitindo a caracterização detalhada de uma planta (fenotipagem) permitirá que as empresas possam usar este conhecimento e transformar o volume de dados gerado (Big Data), processados pela Inteligência Artificial, em resultados positivos para o setor produtivo, para ecossistema e a sociedade como um todo.

Fazendas Inteligentes, Agricultura de Precisão, Inteligência Artificial, Big Data estiveram presentes em várias palestras e painéis, mostrando que o futuro da agricultura passa hoje pela adoção da tecnologia no campo, conectando propriedades, através do uso de ferramentas, que auxiliam na sustentabilidade do negócio.

Eduardo Fermino, pesquisador do IDR-PR e coordenador científico do AgroBIT Brasil, responsável - com uma equipe - pela programação do evento, diz que o desenvolvimento social só acontece em função da inovação. “Não há riqueza sem inovação, não há inovação sem ciência e não há ciência sem educação”, afirma o pesquisador.

O evento fechou com um painel de mercado com representantes americanos da Bolsa de Chicago/ CME Group - Blue Putnam e Susan Sutherland, onde foi exposto que dentro de um cenário de incerteza, de volatilidade de preços, a gestão de risco é muito importante e que toda a cadeia do agronegócio deve se antecipar, se preparar e não esperar o que vai acontecer para se tomar uma atitude do ponto de vista econômico e comercial. “Se a indústria se prepara, ela consegue comprar antecipado. Usar a bolsa a favor é uma possibilidade de assegurar preço. Fazer a gestão de preço é muito importante e evita que o produto final fique mais caro na prateleira”, coloca Roberta Paffaro, da Bolsa de Chicago/CME Group, palestrante e mediadora do painel.

O painel “Análise Internacional sobre o mercado de commodities Agrícolas” discutiu ainda fatores que podem interferir no mercado interno e externo brasileiro, como a possibilidade de flexibilização nas negociações comerciais entre EUA e China, com o presidente eleito Joe Biden; a economia Americana pode enfrentar problemas com a nova onda pandêmica e o clima, com o La Niña que pode afetar a próxima safra brasileira e, portanto, deve ser observado.

Daine Bisognin, diretora da F&B Eventos, empresa organizadora e uma das realizadoras do AgroBIT Brasil Evolution, avalia que o objetivo técnico do evento foi cumprido, com uma programação de qualidade e que a experiência de realizar um evento deste porte no formato virtual trouxe um resultado melhor do que o esperado.

Daiana diz que o engajamento que o virtual traz é bem maior que o presencial. “A experiência do presencial para o participante é melhor, mas o engajamento em um evento digital é maior, é impressionante. A gente consegue alcançar o mundo inteiro. As pessoas querem mostrar que estão participando, então interagem, mandam vídeo, mandam a experiência delas, dão feedback, o que é super importante”. Ela informa que, em 2021, o AgroBIT  terá versão híbrida: presencial e virtual.

O coordenador científico do evento, Eduardo Firmino já projeta a linha que o evento terá como conteúdo na 4ª edição: “No próximo ano o nosso foco será a interação da transformação de dados em conhecimento, através principalmente, da modelagem fisiológica e inteligência artificial”.

A organização da 3ª edição do AgroBIT Brasil Evolution irá disponibilizar na plataforma do evento toda a programação para que os participantes tenham acesso e possam ver ou rever o evento, devido à grande oferta de conteúdo e dos eventos paralelos.




Cooperativas investem forte em inovação e tecnologia

Por Benê Bianchi / Publicado em: 11 Nov 2020

Integrada, Cocamar e Fundação ABC participaram do painel "Importância da inovação nas cooperativas"

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Tecnologia e inovação estão presentes no dia a dia do agronegócio de forma bastante intensa e com as cooperativas não poderia e não é diferente. A importância dada à área de inovação, os projetos, programas e investimentos realizados por elas estiveram na pauta do painel “Importância da inovação nas cooperativas”, dentro da programação do Agrobit Brasil na manhã desta quarta-feira, 11, segundo e última dia do evento.


Participaram do painel Rodrigo Tsukahara, pesquisador da Fundação ABC; Guilherme Bulla Zago, da  Cocamar; e André Galletti, da Integrada Cooperativa Agroindustrial.

O painel foi aberto com Galletti. Segundo ele, a  Integrada atua em inovação em duas perspectivas: da porteira para dentro e da porteira para fora.  “Da porteira pra dentro buscamos aumentar a produtividade com rentabilidade para nosso cooperado, e da porteira pra fora o nosso foco é a eficiência operacional. Para atender essas frentes nos organizamos em quatro pilares da inovação: intraempreendedorismo, inovação aberta, tríplice hélice e centro de inovação”, explicou ele.

Recentemente, informou Galletti, foi lançado o Conexão Integrada, Programa de Inovação Aberta da cooperativa, que  fomenta e conecta a cooperativa com startups. Nesse programa, quatro áreas são fundamentais, explicou: inovação, engenharia - que trabalha diretamente na mecanização das estruturas; centro de inteligência agronômica, que permite atuação diretamente no campo; e por fim, área de Tecnologia.

“Iniciamos esse ano com mais de 30 projetos e conseguimos, mesmo com a pandemia, evoluir grande parte desses projetos”, disse. Ele também comentou que a Integrada participa da Governança do Agro, que promove sinergia e fomenta a inovação no agro dentro do ecossistema.

Cocamar

Guilherme Bulla Zago, da Cocamar, apresentou o Cocamar Labs, criado em 2018, e que classificou como um grande guarda-chuva que engloba as iniciativas de inovação da cooperativa, integrando programas de qualidade, melhoria contínua e inovação da cooperativa. O objetivo inicial era promover a inovação disruptiva, transformação digital e relacionamento com os ecossistemas de inovação. Hoje, há também um espaço físico, onde os colaboradores são incentivados a gerar e aprimorar ideias.

Segundo Zago, a busca é sempre “por ideias que geram resultados”. “Nosso programa de inovação está presente e é forte, em busca de resultados para a cooperativa, para o cooperado e para o ecossistema de inovação”, concluiu.

 

Fundação ABC

Pela Fundação ABC, a participação foi do pesquisador Rodrigo Tsukahara. Ele voltou 35 anos no tempo para mostrar que a fundação é resultado de atitudes inovadores dos imigrantes que chegaram à região de campos gerais, encontraram desafios e buscaram solução. “O processo de inovação envolve criação de novos modelos de negócio”, disse e exemplificou com o case do plantio direto naquela região, pioneira da técnica.

Os imigrantes holandeses tiveram dificuldades para produção, devido a problemas como erosão do solo, o que demandou o desenvolvimento de inovações e proporcionou a eles um novo modelo de negócio. “Quando olhamos para esse conceito de inovação e de intercooperação, isso foi feito lá atrás pelos cooperados da Frísia, Castrolanda e Capal, que criaram a Fundação ABC”, comentou. A  Fundação, instituição de caráter particular, sem fins lucrativos, contribuiu fortemente para a disseminação das vantagens e manejo do Plantio Direto e hoje realiza pesquisa aplicada para desenvolver e adaptar novas tecnologias, e  promover soluções tecnológicas para o agronegócio.

 

 




Aberto o AgroBIT Brasil Evolution 2020. Tecnologia e Inovação em foco

Por / Publicado em: 10 Nov 2020

Aberto o AgroBIT Brasil Evolution 2020.

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O AgroBIT Brasil Evolution foi aberto nesta terça-feira (10). Na abertura, todos os membros da “mesa virtual” destacaram a importância da realização do evento para fomentar o uso e levar informações sobre as tecnologias e inovações e suas aplicabilidades ao homem do campo.



Antonio Sampaio, presidente da Sociedade Rural do Paraná (SRP), co-organizadora do AgroBIT, destacou que a entidade está junto desde a primeira edição por acreditar ser importante a realização de um evento que leve ao produtor as inovações da área. “O produtor está muito focado no seu negócio e não tem tempo para ficar pesquisando sobre tecnologia e o AgroBIT leva a ele todas as possibilidades”. Sampaio também destacou que “só irá sobreviver na agropecuária, a médio e longo prazo, o produtor que voltar seus olhos para a tecnologia”.

O coordenador da governança do Agronegócio (Agrovalley), George Hiraiwa, também enalteceu a realização do evento como caminho para discutir o atual momento de rápidas inovações e comentou que estão participando do evento 26 startups do Brasil e do exterior, o que dá a dimensão da grandeza do evento e do setor no país.

Daiana Bisognin, diretora da F&B Eventos, organizadora do AgroBIT Brasil, salientou a importância da programação, que está intensa e traz muito conteúdo qualificado aos participantes.  Também participaram e falaram da importância que o AgroBIT Brasil tomou, chegando agora na terceira edição, o gerente Regional Norte do Sebrae, Fabrício Bianchi; diretor de Operações da entidade no Paraná, Julio Cesar Agostini; do diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do Ministério de Tecnologia, Ciência e Inovação, José Gustavo Sampaio Gotijo; e do secretário-adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Alves Correia Neto, representando a ministra Tereza Cristina.

Agricultura de Precisão e Fazendas Inteligentes

O segundo dia do AgroBIT Brasil Evolution, amanhã, quarta-feira (11)  traz uma agenda diversificada com painéis nas duas “arenas” virtuais do evento, além do “Encontro de Gestores de TI e Gestores de Inovação das Empresas do Agro”, no espaço Smart Farm e  três palestras no AgroBIT Carreira.

“Aplicações da Agricultura de Precisão” inicia às 13h30, na Arena AgroFuturo, com mediação de Guy Tsimanuma, da Smart Value, com os painelistas Pellisson Kaminski, do Sistema Faep-Senar/PR e Elizeu Vicente dos Santos, da Cocamar Máquinas-Concessionária John Deere.

A Agricultura de Precisão (AP) hoje no Senar-PR é tratada como um programa especial. Desde 2012, o órgão vem oferecendo treinamentos específicos e investindo na atualização técnica do quadro de instrutores, com envolvimento de instituições referência, como a FATEC-Pompeia e a Esalq-USP. Dentro deste quadro, recentemente o Senar-PR firmou Termo de Cooperação Técnica com a Embrapa para os próximos quatro anos.

No painel do AgroBIT Brasil, Pellisson Kaminski aborda entre outras coisas, que as dificuldades encontradas para difusão de tecnologia passam principalmente pela variabilidade de situações, condições, culturas e hábitos dos produtores. “Alguns produtores adotam mais facilmente a tecnologia, pois mesmo antes desta, tinham o hábito de anotar os dados manualmente para servir de fundamento para a tomada de decisão. A tecnologia aumenta a escala de obtenção desses dados e auxilia na obtenção fazendo com que essa coleta de dados aconteça de forma automática na maioria das vezes. Esse produtor está preparado para absorver esta forma de gestão assim como aumentar sua sustentabilidade no negócio”, explica.

 

O painel “Fazenda Inteligente” inicia às 14h, também na arena AgroFuturo, com mediação de Guy Tsimanuma, da Smart Value, Os painelistas são Rodrigo Alff, da Climate Fieldview, Samira Baldassyn, da Basf e Roberson Marczak, da Adama.

 

O assunto movimenta o campo. E o moderador e produtor rural, Guy Tsimanuma, diz que o tema remete a fazendas conectadas e é relevante para a agricultura, porque hoje o agricultor compra bem, nem sempre consegue produzir bem e não consegue fazer um bom fechamento da sua safra. Então as ferramentas disponíveis no mercado podem auxiliar bastante. Tsimanuma complementa que, em um segundo momento, é extremamente importante abordar qual seria o futuro da agricultura e como as empresas observam este mercado, com a inteligência artificial, que já está aí. “Agora, quanto vai custar, como vai chegar para o agricultor e como será integrada, talvez seja a grande pergunta hoje. Também é importante discutir em “fazendas inteligentes”, os dados gerados e de que forma vão impactar em nosso futuro”, diz Tsimanuma.

 

Sob o ponto de vista de Roberson Marczak  e da empresa ADAMA o futuro da agricultura está caminhando a passos largos para finalmente transformar dados em valor para o agricultor. “A fazenda do futuro terá como pilar fundamental a integração de dados e a possibilidade de construção de ferramentas para auxiliar os produtores rurais a tomarem decisões de forma mais rápida e com um maior grau de certeza. O mercado de forma geral, seja de insumos de proteção de cultivo, de fertilizantes e sementes, já entendeu que no futuro as empresas não irão simplesmente mais ofertar seus produtos de forma segregada, mas terão que combinar sua oferta de produtos com serviços de AgTech, que possam otimizar a eficiência e utilização destes insumos. Eu não vejo outro caminho para a agricultura e para as fazendas do futuro que não seja uma forte correlação de trabalho com as tecnologias digitais”, afirma Marczak

 

“Acreditamos em fazendas cada vez mais conectadas e com maior banco de dados a cada safra. O que vai determinar o maior ou menor sucesso de cada fazenda será a capacidade de, a partir dos dados, tomar decisões mais assertivas para maximizar a rentabilidade e sustentabilidade das fazendas” diz Rodrigo Alff, da Climate Fieldview. E reforça, “também acreditamos em um mercado cada vez mais de serviços onde empresas terão modelos de negócios, baseados em dados e que compartilhem risco com os agricultores. Estamos no início dessa jornada ainda, porém acreditamos que seremos muito mais sustentáveis com o uso dos dados”.

 

 Promoção e Realização: F&B Eventos, Sociedade Rural do Paraná, Sebrae Paraná e Agro Valley.  Patrocínio Platinum: TCS-Tata Consultancy Services. Patrocínio Diamante: Huawei; Xarvio Digital Farming Solutions/BASF, Sistema Faep/Senar e Ericsson. Patrocínio Ouro: Climate Fieldview; Cocamar / Cocamar Máquinas John Deere; It One e cooperativa Integrada. Patrocínio Prata: CME Group- Bolsa de Chicago e Adama. Patrocínios Bronze: GDM Seeds. Apoio Digital: Sicredi e Vilage Marcas e Patentes. Apoios: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Sistema Fiep/Senai; Supra Pesquisa; Sociedade Entomológica do Brasil; Sociedade Brasileira de Fitopatologia;  Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes – ABRATES; IDR-Paraná; Embrapa Soja;  Universidade Estadual de Londrina; Fornarolli Ciência Agricola; Fazenda Escola; Agrohaste equipamentos para pesquisa agrícola; Smart Value Investiment S/A;  Linear-Grupo de Pesquisas Avanc?adas em Intelige?ncia Artificial no Setor Agroflorestal UNESP; Instituto Federal Paraná-Campus Londrina; Londrina Convention Bureau; Farm Consultoria & Investigación Agronômica; Abrapós- Associação Brasileira de Pós-colheita; Efeito Agro; PlantUP intelligence e Mulheres do Agronegócio Brasil. Parceiros: Madeira Decoração Woodesign e Três Corações.

 

Serviço de Imprensa AgroBit  Brasil 2020/Evolution

Andrea Monclar. (43) 9.9101.1080

Benê Bianchi. (43) 9.8403.6392




TCS vai implantar no Brasil a Plataforma, para o Agro, Digital Farming Initiatives

Por Andrea Monclar / Publicado em: 09 Nov 2020

TATA Consultancy Services apresenta a inovação, já consolidada em outros países, no AgroBIT Brasil Evolution

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“Inteligência Artificial e Sensoriamento Remoto na Agricultura Digital” é uma das palestras que abre o AgroBIT  Brasil Evolution no dia 10 de novembro, na sala virtual Arena Agrofuturo.



 

Das 10 às 10h30, Keiichi Harasaki, diretor de Tecnologia Business 4.0 para Manufatura na América Latina, da empresa TATA Consultancy Services explana o tema, apresentando a experiência da empresa na área e resultados.

Segundo Harasaki, as Iniciativas em Agricultura Digital da TCS estão implementadas em mais de um milhão de propriedades rurais nos últimos 10 anos, tem reduzido em até 10% a utilização de agroquímicos e em até 15% o consumo de água para irrigação, apresentando um forte viés de sustentabilidade.

“Esse resultado vem da facilidade de acesso do pequeno produtor à consultoria agronômica através da plataforma tecnológica Digital Farming Initiatives (DFI), que permite interagir com agrônomos através de aplicativo ou pelo reconhecimento automático de pragas e doenças em fotos através de inteligência artificial, ou simplesmente através de consultas às bases de melhores práticas”, explica.

As iniciativas da TCS englobam Agricultura de Precisão com utilização de sensores, drones e se estendem pela pesca e pecuária, além de soluções que incluem DigiFleet para a Central de Comando e Controle da Operação Logística, com o rastreamento da carga das fazendas até os silos e dos silos até o ponto de exportação e com o acompanhamento das operações portuárias na solução DynaPort.

A Inteligência Artificial, aliada ao uso de satélites, permite que grandes extensões de terra, de dezenas a milhares de hectares, sejam rapidamente analisadas para se identificar  áreas sob estresse hídrico, níveis de nutrientes no solo, estimar a produtividade futura da safra, bem como realizar previsões de chegada de pragas e doenças, municiando o produtor para a rápida tomada de decisões e efetuar as devidas correções.

O diretor da TCS diz, que esta abordagem consegue atingir precisão de até 90% e é atrativa para o cenário do agronegócio brasileiro, pois pode ser adotada quase sem depender da infraestrutura de comunicação e pode cobrir um país de dimensões continentais, com propriedades individuais, comparáveis a países de pequeno porte.

Keiichi Harasaki aborda ainda, que as tradings agrícolas e as cooperativas também se beneficiam da solução na medida em que conseguem ter projeção, de até um ano, da produção das várias safras de todas as propriedades envolvidas. Isto resulta em previsão de venda, projeção de  capacidade de silo, de terminais portuários, malha logística, otimização de custo, enfim monitorando da colheita ao escoamento da produção, ou seja “do campo à mesa”.

Projeções para o Brasil

No Brasil, a TCS está adaptando as soluções para atender às necessidades locais, e pretende priorizar cooperativas (que beneficiarão aos pequenos produtores), tradings agrícolas e grandes produtores. “Temos conseguido discussões bastante promissoras. O foco é oferecer monitoramento da safra utilizando sensoriamento remoto via satélite, com uso da inteligência artificial; ofertar visibilidade do campo à mesa do consumidor (Farm to Fork) e capacidade analítica, consultoria agronômica ao produtor”, esclarece Keiichi Harasaki.

 




Começa nesta terça (10) o AgroBIT  Brasil Evolution

Por Andrea Monclar / Publicado em: 09 Nov 2020

Solenidade de abertura será às 9h e, em seguida, inicia-se a intensa programação de dois dias

A solenidade de abertura do AgroBIT Brasil Evolution, 3ª edição do maior evento nacional de inovação e tecnologia para o agronegócio, será nesta terça-feira, 10 de novembro, às 9h. Durante dois dias – terça (10) e quarta (11) -  em formato 100% virtual,  o evento reunirá produtores, profissionais e líderes do agronegócio nacional e internacional com palestras, discussões, demonstrações, feira virtual, network, inovação, sustentabilidade e tecnologia integrando os elos da cadeia agro (www.agrobitbrasil.com.br).




Entre as palestras que seguem a abertura está

e  “Como alcançar a alta produtividade no campo” (10h30-11h20), na sala Arena AgroFuturo.

O assunto abordado pelo engenheiro - agrônomo e pesquisador da Embrapa Soja há 20 anos, doutor pela USP de Piracicaba, Julio Franchini e pelo produtor rural, Laércio Dalla Vechia, de Mangueirinha, sudoeste do Paraná, vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade, do Comitê estratégico Soja Brasil (CESB).

Laércio Vecchia, que atingiu a marca de 118,8 sc/ha, falará sobre a sua experiência na propriedade, dentro de um sistema biológico de lavoura, com a diversificação de culturas no sistema de produção, que segundo Julio Franchini é fator importantíssimo porque aumenta a produção de palhada, a produção de raízes, melhora a estrutura do solo, a biologia do solo, fatores importantes para a produtividade, além da questão do monitoramento da cultura, principalmente no que se refere a pragas e doenças.

“Hoje temos diversas ferramentas na Agricultura Digital que permitem monitorar a variabilidade da produção dentro das áreas agrícolas. São informações que permitem identificar esta diversidade e assim entendamos que os ambientes de produção não são homogêneos e tomemos decisões mais assertivas. Com estas ferramentas temos hoje possibilidade de desenvolver pesquisas dentro das fazendas com coletas de dados na situação real do produtor”, explica Franchini.

O agrônomo vai apresentar o trabalho da Embrapa no  Paraná com parceiros e o uso destas ferramentas no aumento da produtividade e no melhor uso de insumos.

 

 








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